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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

TENTATIVA DE PRODUÇÃO DE TEXTO

Quando Huxley escreveu Admirável Mundo Novo, parece que estava prevendo o nosso século (2010). A “fábrica de gente” que ele relata em detalhes logo no primeiro capítulo não tem lá muita diferença dos laboratórios de fertilização de hoje, com a diferença que as denominações para as experiências científicas de hoje não usam aqueles nomes utilizados no livro, que é mais ficção científica do que realidade.  Mas, outra fábrica pode ser comparada à do livro, a escola. Atualmente produzimos formas de pensar de um jeito que os sujeitos não participam da sociedade, mas, fingem participar de um mundo que não lhes pertence. Como os demais figurantes de Admirável Mundo Novo, existem atualmente pessoas para desempenhar algumas funções em que o raciocínio não precisa ser muito utilizado e em outras funções pessoas que se valem justamente do raciocínio para desempenhar papéis num mundo competitivo onde a razão é mais que um patrimônio, é a maior forma de vencer os demais.

Em algumas partes do livro, a partir do terceiro capítulo, o autor com certa sutileza começa a criticar o ensino que é oferecido aos habitantes desse “mundo”, questionando que não aprendem a história nem lêem os livros antigos, que são proibidos.

A questão da coletividade é abordada em todo o livro, mas, a partir do terceiro capítulo é possível perceber que o autor (se eu não estiver errada) enfatiza a coletividade como meio de regulação dos indivíduos. Não muito diferente do que ocorre hoje em dia, quando a escola, a mídia, a sociedade em geral tenta estabelecer essa lógica da igualdade por meio da coletividade, sendo que, por natureza o indivíduo não participa de um grupo sem que se identifique com os demais integrantes (a não ser quando é extremamente necessário o convívio).
Não fomos criados para viver em sociedade, mas “inventamos” a sociedade. A sociedade é nada mais que uma construção humana que também constrói as relações humanas, sendo que isso ocorre sem que muitos percebam. Indivíduos repetem gestos e ações sem nem mesmo se dar conta do que fazem e por que o fazem. Operários não sabem para onde vai o produto que eles fazem e depois nem podem possuí-lo (fábrica nos terceiros mundos onde os salários são tão baixos para os funcionários e o lucro é todo do proprietário da fábrica). Mulheres continuam submissas quando são maioria e a base que realmente sustenta a sociedade tanto física quanto materialmente (capital). E isso tudo por causa de um sistema poderoso que conseguiu se impor,  a partir de um espaço que consegue ultrapassar todos os limites que qualquer grupo social tente criar barreiras, por que afinal todos precisam de educação, esse espaço é a ideologia presente nos discursos dos representantes desse sistema: principalmente professores e pessoas ligadas a educação, etc.

A questão da afetividade é outro ponto abordado como instrumento de regulação, todos pertencem a todos, e são afetivos. Em um mundo competitivo, como poderíamos ser afetivos? Dependendo de como deve ser entendido o termo afetividade, o termo pode ser um aparato de regulação, também.

Tudo depende muito da significação atribuída a este ou aquele termo. E com base nesses significados é construída e re-significada a utilização dos conceitos na sociedade em questão. Tudo não passa de um jogo de poderes, onde o vencedor determina o que é bom ou ruim, o que deve ser repetido ou corrigido, quem serão os melhores e os piores. Tudo não passa de ilusão. Nem mesmo existem os significados, nós os criamos. E alguns grupos, que não pertencem ao grupo que exerce influência na formulação e divulgação do conhecimento, quando se apropriam apenas das significações dos conceitos, julgam conhecer todo o conceito. O que é de grande valia, tanto para os que detêm o poder, como para a empresa capitalista. Quanto mais fantoches, melhor para todos, para a igualdade (que não existe) e para que tudo permaneça se repetindo na mais completa harmonia.

Por que todo o meu pensamento vai contra a ........ geral das formas estabelecidas ( não ouso escrever essa palavra). E tudo que tento é inverter um quadro. E isso que eu faço, isso, sim, é a desordem.

Esta forma de ver as relações humanas e todo o resultado das não-reparações aos indivíduos que não foram ensinados a pensar, mas passam pelas escolas, é refletida na sociedade. Sociedade que não foi convidada a entender, questionar e criticar o que vê, ouve e lê. Sociedade que foi pensada a alguns séculos atrás ( pelos ingleses) como mero mercado consumidor. E até quando?  Quando realmente esse povo vai ser liberto?
Atualmente a população é incentivada a ser igual a ELES, enquanto são vistas por ELES como os OUTROS. População que imita e compra tudo o que ELES incentivam a ser usado, dito e reproduzido (copiado).
Essa população é a representação de uma gente que obedece a um senhor invisível (Mr. Capital).
Ainda que meu olhar seja etnocêntrico, posso perceber que não existe a liberdade de representação de vários grupos e sim a de um único grupo. Que se impõe aos demais tanto na ideologia como na cultura, na educação, em todos os setores da sociedade.
Os demais repetem o que esse grupo afirma, sem questionar.
Por que não foram treinados a pensar, enquanto ELES foram.

Aqui, finalmente volto à afirmação de meu estudo, a seleção que é feita na educação das “massas”. O que é útil e o que não é útil ensinar. Por que uma disciplina deve fazer parte e outras devem ficar de fora? Trata-se de uma questão de tempo, apenas?


Nada de espantoso que esses pobres pré-modernos fossem loucos, cruéis e miseráveis. O seu mundo não lhes permitia tomar as coisas ligeiramente, não lhes permitia serem sãos de espírito, virtuosos, felizes. Com as suas mães e os seus amantes, com as suas proibições, para as quais não estavam condicionados, com as suas tentações e os seus remorsos solitários, com todas as suas doenças e a sua dor, que os isolava infinitamente, com as suas incertezas e a sua pobreza, eram obrigados a sentir violentamente as coisas. ( Huxley, 1946, 22)




Made in Brazil?


“Eu não sou brasileiro
Eu não sou estrangeiro
Não sou carioca, não sou português”
Mas, o que vem a ser brasileiro?
O que realmente nos caracteriza?
Uma história forjada, na qual os oprimidos e perdedores foram derrotados e subjulgados por senhores e sinhás mesquinhas?
Ou melhor, uma cultura de samba, futebol e mulata?
O samba foi “inventado” aqui no Brasil?
Resposta: é claro que não, o samba foi trazido de fora e adaptado aqui para ser “vendido” em outros países como cultura brasileira.
O futebol foi trazido de fora, da Europa, principalmente da Inglaterra e adaptado par o Brasil. Nos dias atuais é “vendido” como cultura,ou melhor, como o esporte oficial do país.
A mulata,finalmente encontramos algo que foi “fabricado” no Brasil. Esta é uma das formas em que é possível compreender a fragilidade dos povos oprimidos, que viveram debaixo do regime escravocrata, onde seus corpos também pertenciam a seus senhores e os desejos destes por vezes eram lascivos para com as escravas – que possuíam não apenas para o serviço, mas para o prazer sexual também. Eis o nascimento da mulata e sua utilidade: cozinhar, lavar e servir na cama.
Assim os senhores “fabricavam” a história, ganhavam dinheiro e se divertiam muito com suas mercadorias. Alguma coisa mudou de lá para cá?
Então, não parece estranho, a essa altura indagarmos o que vem a ser cultura brasileira?
O que realmente pode ser “vendido” como made in Brazil? Já que não temos cara de Brasil, formato de cidadãos brasileiros, características que nos caracterizam como povo pertencente a esse chão?
Somos um amontoado de gente que só tem em comum a falta de “coisas” em comum, isto sim é Brasil. Somos algo que alguém idealizou, somos esta invenção que nada se parece com realidade. Somos uma distância enorme, somos entre riqueza e marginalidade. Onde imagem difere muito do reflexo da verdadeira identidade.
Samba, futebol e mulata e se alguém não gostar?
E se não der para “gozar”?
Vai deixar “passar”?
Talvez seja essa a principal característica do brasileiro, deixar que os outros resolvam. Deixar que os outros façam. E principalmente deixar que alguém pense e planeje o que vem a ser de suas vidas.
Até quando, Brasil?





Vivemos em um tempo onde a criança não sabe mais de onde vem a fruta que é comprada no mercado, não sobe em árvore nem sente o gosto de fruta colhida no pé. Quando eu era criança, eu tinha um pé de caju-banana que era só meu, eu deixava alguém colher de vez em quando, tinha ciúme do meu pé de caju. Era uma árvore antiga e enrugada, muito linda, com folhas verdes e cheia de frutos durante o verão. Eu subia nessa árvore para colher seus frutos. Penso que as crianças de hoje nem mesmo tem quintais quando moram em apartamento.
As crianças de hoje bebem suco de caixinha, tomam leite de caixinha, se bobear nem sabem que o leite vem da vaca.
No sentido de facilitar a vida, esses produtos acabam nos afastando dos produtos naturais e da própria natureza. Todos querem facilidade, por isso, os produtos com conservantes, o semi-pronto, o fast-food são escolhidos em vez de uma comida balanceada.
Com isso facilitamos para doenças oportunistas e crônicas e depois pagamos caro por consultas e remédios por causa dessa má alimentação.

Tudo sobre minha mãe

Quando comecei a ver o filme, uma mulher desesperada chorava chamando: ‘meu filho”. Essa mulher é Manoela.
Depois... segue a cena do hospital, os médicos confirmam a morte do garoto e pedem autorização para doação de seus órgãos.
Manoela resolve (conhecer) ver de perto o homem que recebeu o coração de seu filho. A cena é bem rápida. Manoela escondida atrás de um poste, e um homem acompanhado (por duas mulheres) saindo do hospital.
Manoela volta para casa e uma amiga aparece tentando acalmá-la.
Manoela decide ir para Barcelona, procurar o pai de seu filho.
Barcelona aparece como o mundo das ‘loucas’, entre travestis e prostitutas, Agrado aparece pela primeira vez. Nesta cena Manoela o salva (Agrado é travesti) de uma surra.
Na mesma cena, gozado que depois de tudo, Agrado ainda indica quem pode satisfazer “seu agressor” (vá entender o submundo).
Mas também existe gente que presta neste filme, uma freirinha sensível e do tipo madre Tereza. Através de Agrado, Manoela conhece essa garota, ela trabalha na recuperação de travestis e prostitutas, no decorrer do filme acaba sendo infectada (HIV), fica grávida e morre quando seu filho nasce. Esta garota tem um relacionamento péssimo com sua mãe (acaba fazendo Manoela assumir essa função em sua vida). Manoela é quem vai cuidar dela durante a gestação, até que seu filho nasça. Manoela é quem vai criá-lo depois que sua avó o rejeita por ter sido infectado. Coloca o nome de ‘Esteban’ nele, o mesmo nome de seu filho (a pedido da freirinha), e são filhos do mesmo pai, um travesti de Barcelona. Manoela encontra o ex-marido no enterro da garota, conta que quando fugiu dele estava grávida e que faz pouco tempo que o garoto morreu, conta a ele também que agora tem outro filho (o filho da “freirinha”). Em outra cena leva o bebê para ele conhecer. Entrega um caderno que era de Esteban e uma foto dele.
Nesse meio tempo Manoela procura uma atriz e começa a trabalhar com ela. Ela vai assistir uma peça - Um bonde chamado desejo, entra no camarim da atriz, acaba dirigindo para ela e esquece sua bolsa com ela. Tudo isso é intencional por que seu filho morreu atropelado por correr atrás do carro dessa atriz para pedir um autografo. Elas acabam ficando amigas a ponto de Manoela indicar Agrado para depois ocupar seu lugar como assistente.

Na cena do camarim esqueci de falar sobre Nina, ela passa correndo por Manoela e desaparece (é por isso que Manoela consegue tão rápido se aproximar da atriz). Ela também é atriz e tem um relacionamento complicado com a outra atriz (eu esqueci o nome dessa). Mas no fim Nina se casa e tem um filho (sem cenas).
No fim o pequeno Esteban volta com Manoela a Barcelona (tinham fugido da avó do menino) para ser analisado em um congresso por não ter mais o vírus.



Born into brothels



Aborda um tema polêmico – a prostituição – de uma das maiores populações do mundo, a Índia (se não me engano). Ao mesmo tempo fala de esperança, por que apresenta crianças e seus possíveis futuros que pode ter uma passagem por escolas ou fora delas. O filme é também um documentário e por isso desperta em quem assiste um tipo de sensações de todos os tipos possíveis, saímos da alegria das crianças para a tristeza da realidade e de repente estamos esperançosos que algo bom aconteça a algumas delas, mas isso nem sempre é possível, como disse anteriormente trata-se de um documentário. Ao amostrar a realidade nem sempre o filme agrada, talvez por que na realidade não existam os finais pelos quais esperamos. O filme é muito triste.
Logo nas primeiras cenas ouvimos uma voz que fala com algumas crianças - é a voz da pesquisadora que por não poder freqüentar esses bordéis a fim de tirar fotos das pessoas que vivem ou aparecem nesse lugar, pede para que algumas crianças tirem essas fotos para ela.  Na verdade não apenas pede, ela ensina como tirar essas fotos e cede as câmeras para as crianças. Mas, ao mesmo tempo é possível perceber que as crianças já possuem algum talento, alguma coisa que as faz tirar fotos mais que interessantes, possuem uma sensibilidade que até assusta (isto para quem se interessa por fotografia).
As crianças, ao mesmo tempo em que têm encontros com a pesquisadora, levam suas vidas como antes - nos bordéis onde moram com suas famílias - mas só que com algumas modificações visitam o zôo (vêem os animais que também são maltratados, como tudo nesse lugar) e até vão à praia (os passeios são uma espécie de hora de lazer onde podem realmente ser elas mesmas), tiram fotos por lá também. As crianças passam o filme todo com “suas” câmeras fotográficas na mão, e sempre tirando fotos.
 O que mais me impressionou /revoltou neste filme foi que apesar de suas mães serem prostitutas, as crianças eram obedientes a elas, principalmente as meninas que teriam seus fins iguais ao das mães, muitas vezes por imposição destas. As crianças não viam outra solução, alem da prostituição apesar de freqüentarem a escola, nem suas famílias. Ao longo do filme, em seus depoimentos elas falam da realidade em que vivem com sofrimento e ao mesmo tempo com uma certa normalidade. Parecem que já estão acostumadas com o fim que as espera.
Meu olhar pode ser um tanto ocidental, infantil ou até mesmo preconceituoso, mas saber que crianças em qualquer lugar do mundo sofrem esse tipo de tortura, que além de física é também psicológica, não apenas me entristece ou revolta, ou me faz escrever, me incentiva a ter vontade de despertar. E não pretendo fazer isso sozinha. Talvez por isso eu escrevo. Para que outros possam também se interessar e acima de tudo tomarem consciência de um dos bens maiores que a humanidade têm – as crianças e suas mentes – e não se dá conta. “Sementes bem regadas terminam em árvores que produzem mais frutos”. Apesar dessa frase que pode ser entendida como simples ou até mesmo sem muita credibilidade, eu realmente comecei a ter consciência de que não posso apenas fazer uma pesquisa que nada devolva a alguma escola ou comunidade, simplesmente por que existe um mundo que poucos percebem ou respeitam, a infância. E como sou uma das pessoas que percebem e sinto que também sou responsável pelo que pode vir ou não a acontecer pretendo voltar algum tempo de minhas pesquisas para essa área que a partir da leitura desse filme tornou-se um dos temas que pretendo observar com mais atenção.
Ao longo da história as crianças foram tratadas como pequenos adultos ou treinadas para serem / ocuparem determinadas funções na vida adulta. Muitas eram tratadas como seres sem vocação, pessoas que fariam o que um adulto mandasse.
Mas a partir de algumas observações e leituras percebi que existe um “mundo” diferente (que é o raciocínio de muitas crianças e que não é o mesmo para todas) que apesar de ainda estar em formação já apresenta algumas características e/ou inclinações que na maioria das vezes não são estimuladas nas crianças que pertencem as chamadas comunidades populares. Quero dizer que além de criatividade e capacidade de aprender, as crianças podem desde pequenas ou nesse período que é a infância, apresentar predisposições/ talentos que se bem estimulados podem torná-las adultos satisfeitos com suas profissões.
Pude perceber nesse filme que as crianças não tem suas vontades atendidas nem mesmo quando não se trata de caprichos. Quando querem ter futuros diferentes dos de suas famílias em vez de serem atendidas e levadas para escolas que lhes dariam chances de ter essas oportunidades, as famílias ( que determinam suas vidas e ainda tomam decisões por elas como se não significassem muito) as retiram da escola por motivos egoístas e que no fim só trazem diferença à vida das crianças, por que os adultos já estão em estado de total desgraça/abandono que nem mesmo a escola conseguiria recuperá-los.
Esse filme/documentário consegue mostrar a realidade de um grupo de crianças que apesar de viverem em um lugar de horror, conseguem sorrir e guardar valores de uma infância que apesar de não ser respeitada (como deveria ser) ao mesmo tempo parecem apresentar a presença de respeito ( o respeito que as meninas tem por suas mães e como são obedientes a elas e um dos meninos que não foi para escola por que a família não permitiu). Além disso outro ponto marcante é a cortina que separa o quarto onde a mãe, das crianças abordadas nesse filme, trabalha do espaço onde elas ficam esperando que o “trabalho” acabe.
A relação que as crianças têm com suas famílias é comum, como em outras famílias que poderíamos considerar normais, sentem falta quando se afastam (quando finalmente são aceitas nas escolas que a pesquisadora - que tanto se esforça - consegue arranjar para elas).

Não descrevo o filme ou apenas faço um resumo por não poder fazer isso nesse momento. Assisti a poucas horas e ainda me encontro sob o impacto que as sensações que o filme aflorou ( trouxe para fora de mim, nas palavras).


O choque é um pouco maior quando misturam em um mesmo espaço, realidade e fotografia, tudo isso com um fundo de música indiana, música que desperta sentimentos que acalmam e agitam. Tudo nesse filme é parte de um paradoxo (ultimamente tenho usado bastante essa palavra). Respeito X falta de respeito;

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Não prove a maçã

Estava conversando com um homem que dizia que sua mulher não era mais bonita por que o tempo havia passado e ela murchava, por isso ele procurava mulheres na rua. Mas depois voltava para casa por se sentir apegado a sua esposa.
O que me levou a refletir sobre o apego que temos com o novo, com a beleza, com a felicidade instantânea e não com a busca por uma felicidade construída dia após dia.
Sabemos que hoje em dia existe no mercado de cosméticos uma variedade de produtos que realmente funcionam e que deixam a pele muito mais jovem, além dos alimentos que melhoram todo o organismo dando mais vitalidade e firmeza ao corpo. Por que não apostar nesses produtos e manter um relacionamento saudável com alguém que escolheu para dividir sua vida.
Mesmo assim, se interessar pelo que não está dentro de casa, tem sido visto como natural no universo machista. O  que tem gerado inúmeros transtornos tanto à saúde financeira do casal como á saúde física, logo que relações extra-conjugais oferecem os perigos das DSTs.    
Nesses dias atuais tentar se manter longe de perigos que parecem muito atrativos é o que diferencia uma pessoa de caráter de outra que não o possue.