Powered By Blogger

Seguidores

terça-feira, 9 de outubro de 2012


PESADELO FABRICADO EM MASSA E PARA MASSA

Fico  impressionada com a capacidade que a sociedade atual tem para fingir que tudo está bem e que não existe a necessidade de procurarmos por ajuda psicológica. Nos dias atuais em que temos tanto aceso à (sabedoria) informação, algumas pessoas preferem que suas ângustias se transformem em tumores e às vezes em câncer, mas não querem procurar ajuda, nem mesmo que seja auto-ajuda. Por que os livros estão em todos os lugares, basta procurá-los, e se tiver preguiça de ler, é só assistir a um filme que trate sobre um assunto que lhe interessa, e assim, resolver ou até mesmo obter ajuda para alguns questionamentos.

 Mesmo assim, as pessoas de nossa sociedade preferem esconder seus traumas e alimentar o monstro que estes criam dentro de suas mentes. O que por vezes resulta em caso em que psicopatas convivem lado a lado de pessoas saudáveis, sem que estas saibam de sua doença. Gerando danos à mente de quem está ao seu redor, tanto de crianças quanto de adolescentes e adultos que possuem pouca formação ou ainda se encontram em processo de formação.

Uma das principais características que tais indivíduos possuem é o de querer governar a vontade de outras pessoas que se encontram sob seu domínio. Sendo que, geralmente tendem a influenciar quem está ao seu redor com idéias negativas ou até mesmo sugerindo que devem ser pessoas dóceis e calmas que devem aceitar a submissão e a opressão que estes lhe impõem.

E até quando iremos aceitar que algumas pessoas determinem o futuro de outras? Até quando iremos aceitar ver a juventude ser destruída por que “coronéis” querem mandar e desmandar na vida de todos. Não é aceitável ver gente honesta sendo subjulgada por pessoas que nem mesmo se dão ao trabalho de conhecê-las. E essa gente honesta, que é diariamente humilhada por seua patrões (ou melhor por seus senhores feudais), essa gente é quem dá todo o lucro que o seu “dono” possui e que utiliza para se divertir em seus parques de diversão.

Enquanto o filho do pobre, o filho de ninguém vende alguma coisa ou até vende a si mesmo em uma esquina, o filho do senhor feudal (o fidalgo) está usando um produto produzido por escravos em algum país da Ásia, para logo depois ser assaltado ou “não”(às vezes o assalto é a mentira que eles inventam para não contar pelo que trocaram o produto) pelo moleque que fica na esquina.

Este é um ciclo interminável em que nos perguntamos quem atirou a primeira “pedra”, e não saberemos responder. Enquanto isso uma mãe chora por seu filho que matou ou que morreu, ou  que roubou ou que foi assaltado.

Nenhum comentário: